Pecuarista supera estiagem e abate de animais precoces no leste do MS sobe 4,3%

10 novembro 2017
abate-novilhos-precoces-leste-mato-grosso-do-sul-outubro-2017

No quadro Palavra do Gerente desta sexta, 10, o gerente regional de originação da JBS para as plantas localizadas no leste do Mato Grosso do Sul (Ponta Porã, Naviraí, Nova Andradina e Cassilândia), Sérgio Gonçalves, apresentou um balanço da qualidade dos abates na região.

A principal mudança foi na redução da idade. 61,5% dos animais abatidos em outubro tinham entre 0 e 4 dentes incisivos permanentes (DIPs), considerado o ideal para a produção de carne de qualidade. No mês de setembro, o mesmo indicador era de 57,14%, um avanço de 4,3%.

A cobertura de gordura oscilou levemente para baixo, saindo de 49,86% para 47,89% o volume de carcaças com acabamento 3 e 4. Já o Farol da Qualidade também se alterou levemente: aumento de 0,18% no quadrante verde (animais desejáveis) e de 0,62% no quadrante vermelho (animais indesejáveis).

“O pecuarista da região leste do MS mostrou que superou as adversidade de um período prolongado de seca. Ele teve empenho, dedicação e mostrou compromisso com a entrega de animais de qualidade. É uma região que endossa o boi capão e produzido a pasto, mas que está mudando, trazendo a modernidade. Agora entrou com força no confinamento do boi capado pra ter o produto disponível o ano inteiro”, contextualizou Gonçalves.

Veja a comparação dos números da qualidade dos abates do leste do MS entre outubro e setembro de 2017 no player abaixo:

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A cobertura de gordura oscilou levemente para baixo, saindo de 49,86% para 47,89% o volume de carcaças com acabamento 3 e 4. Já o Farol da Qualidade também se alterou levemente: aumento de 0,18% no quadrante verde (animais desejáveis) e de 0,62% no quadrante vermelho (animais indesejáveis).

“O pecuarista da região leste do MS mostrou que superou as adversidade de um período prolongado de seca. Ele teve empenho, dedicação e mostrou compromisso com a entrega de animais de qualidade. É uma região que endossa o boi capão e produzido a pasto, mas que está mudando, trazendo a modernidade. Agora entrou com força no confinamento do boi capado pra ter o produto disponível o ano inteiro”, contextualizou Gonçalves.

Veja a comparação dos números da qualidade dos abates do leste do MS entre outubro e setembro de 2017 no player abaixo:

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