Artigo: Pecuária de Copo Cheio

03 junho 2016
Fábio Dias

por Fábio Dias, diretor de relações com o pecuarista da JBS

Conforme a indústria avançou na comunicação sobre suas marcas, ficou cada vez mais necessário que o trabalho de originação desaguasse um conjunto de linhas de produtos relacionados à matéria prima fornecida.

Se nós temos qualidade, podemos e devemos desenvolver uma mercadoria à altura. Com animais com bom acabamento e cortes de tamanho desejável, podemos desenvolver uma marca como a Maturatta, por exemplo. Ou seja, o bom trabalho de originação dá consistência ao produto.

Essa consistência é importante porque é o que vai permitir que a cadeia esteja organizada em torno das demandas que busca atender. Esta é a razão do trabalho da JBS dos últimos anos para criar um conjunto de marcas que consiga capturar o valor máximo de acordo com a qualidade do boi que estamos comprando.

No entanto, a missão é complexa. Voltando a exemplificar, na linha Maturatta Friboi, de cada animal apto a fornecer carne a ela, apenas 1,7 kg por arroba terão valor agregado. É importante para o pecuarista entender que quando se desenvolve marcas para agregação de valor, o critério do consumidor aumenta.

É por isso que, na busca por esta matéria prima, o prêmio pago ao produtor é proporcional à quantidade de carne que entra em cada programa. Na marca Angus Friboi, existe um prêmio maior em função do aproveitamento mais completo da carcaça.

Mas o mais importante é que este bônus funciona como um sinal da indústria ao pecuarista, que o direcione para o atendimento ao consumidor, o que ele está buscando e o que está reconhecendo.

No fim das contas, sairão vitoriosos os produtores que chegarem à frente na corrida da produtividade. O que faz a diferença na pecuária moderna é a produção por área: mais animais por hectare, mais arrobas por animal. Em outras palavras, é o pecuarista deixando a carcaça de seus animais sempre de copo cheio.

Os produtores já estão nessa caminhada e a indústria também está fazendo sua parte, segmentando as marcas e direcionando seu fornecedor por meio de premiação, antecipando as tendências do mercado.

*Publicado originalmente no caderno especial Giro do Boi na edição 136 (maio/2015) da revista Dinheiro Rural – Editora 3).

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No entanto, a missão é complexa. Voltando a exemplificar, na linha Maturatta Friboi, de cada animal apto a fornecer carne a ela, apenas 1,7 kg por arroba terão valor agregado. É importante para o pecuarista entender que quando se desenvolve marcas para agregação de valor, o critério do consumidor aumenta.

É por isso que, na busca por esta matéria prima, o prêmio pago ao produtor é proporcional à quantidade de carne que entra em cada programa. Na marca Angus Friboi, existe um prêmio maior em função do aproveitamento mais completo da carcaça.

Mas o mais importante é que este bônus funciona como um sinal da indústria ao pecuarista, que o direcione para o atendimento ao consumidor, o que ele está buscando e o que está reconhecendo.

No fim das contas, sairão vitoriosos os produtores que chegarem à frente na corrida da produtividade. O que faz a diferença na pecuária moderna é a produção por área: mais animais por hectare, mais arrobas por animal. Em outras palavras, é o pecuarista deixando a carcaça de seus animais sempre de copo cheio.

Os produtores já estão nessa caminhada e a indústria também está fazendo sua parte, segmentando as marcas e direcionando seu fornecedor por meio de premiação, antecipando as tendências do mercado.

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