80% das mulheres rurais do Brasil têm ‘muito orgulho’ de pertencerem ao agro, aponta pesquisa

22 outubro 2018
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O Giro do Boi desta segunda, 22, foi dedicado às mulheres do agronegócio brasileiro. Isto porque terá início amanhã, dia 23, o 3º Congresso Nacional das Mulheres do Agro, no Transamerica Expo Center em São Paulo, capital. Neste ano, o evento tem como tema “2030 – O Futuro Agora, na Prática”.

Para falar do assunto, o programa contou com duas entrevistadas: a diretora da Sociedade Rural Brasileira, Teka Vendramini, e a diretora de comunicação da Corteva Agriscience, a divisão agrícola DowDuPont, para a América Latina, Vivian Bialski.

Bialski apresentou as ações da Corteva ocorridas na última semana para celebrar o Dia Internacional das Mulheres Rurais, estabelecido pela ONU como 15 de outubro. Entre as ações está uma pesquisa encomendada pela empresa que entrevistou 4.157 produtoras de 17 países.

No caso do Brasil, alguns indicadores chamam a atenção quando comparados ao resultado global do levantamento. Um deles é resultado da pergunta “em geral, quão orgulhosa você está por trabalhar na agricultura”, em que 80% das respondentes no Brasil se disseram muito orgulhosas, contra 70% da média global.

“O que fica muito evidente nos 17 países que participaram desta pesquisa é que a mulher se sente muito orgulhosa de trabalhar com agronegócio. O percentual mais baixo, se você olhar no gráfico (disponível pelo vídeo abaixo), ainda é muito alto, acima de 85%. O nível de orgulho da mulher no agronegócio é muito alto. E nós dividimos (esta pergunta) em duas categorias. Uma delas era percentual de mulheres que se sentem orgulhosas de trabalhar para o agronegócio e o percentual de mulheres que se sentem muito orgulhosas de trabalhar para o agronegócio. Como é que fica o Brasil nestas duas categorias? Na categoria de mulheres orgulhosas, o Brasil está mais alinhado com a média global de 90%. Já na categoria muito orgulhosas, o Brasil está acima da média global. Isso é interessante: 80% das mulheres do Brasil se sentem muito orgulhosas de trabalhar no agronegócio versus 70% da média global. Então a gente conclui é que a mulher brasileira no agronegócio ela se sente ainda mais orgulhosa do que a média das mulheres entrevistadas em todos estes 17 países”, contextualizou Vivian.

Outro dado importante descoberto na pesquisa é que 62% das mulheres do agro em nível global acreditam que há menos discriminação hoje em comparação há 10 anos. “As mulheres são muito mais aceitas e está mais tranquilo andar no agro. Eu acredito nisso. Eu sou extremamente positiva e eu vejo isso. A gente tem dificuldades como tem em qualquer lugar, mas eu acho que nós já estamos aqui, e não tem mais volta esse caminho. […] Eu falo que para a gente ter aceitação, para a gente estar aqui, é só executar um bom trabalho”, avaliou Teka Vendramini.

Quem também mandou seu recado para o programa especial foi o especialista em marketing do agronegócio, o jornalista e publicitário José Luiz Tejon Megido. Ele reforçou o convite para o congresso que começa nesta terça, 23. Tejon destacou que serão mais de mil mulheres participando das discussões em torno de casos de sucesso de produtoras e gestoras de agroindústrias ao longo do evento. “As mulheres significam uma grande transformação e, na minha opinião, aceleradoras da inovação”, sustentou.

Veja na íntegra as entrevistas do especial do Giro do Boi voltado ao Congresso Nacional das Mulheres do Agro.

Foto: Divulgação / CNMA

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Bialski apresentou as ações da Corteva ocorridas na última semana para celebrar o Dia Internacional das Mulheres Rurais, estabelecido pela ONU como 15 de outubro. Entre as ações está uma pesquisa encomendada pela empresa que entrevistou 4.157 produtoras de 17 países.

No caso do Brasil, alguns indicadores chamam a atenção quando comparados ao resultado global do levantamento. Um deles é resultado da pergunta “em geral, quão orgulhosa você está por trabalhar na agricultura”, em que 80% das respondentes no Brasil se disseram muito orgulhosas, contra 70% da média global.

“O que fica muito evidente nos 17 países que participaram desta pesquisa é que a mulher se sente muito orgulhosa de trabalhar com agronegócio. O percentual mais baixo, se você olhar no gráfico (disponível pelo vídeo abaixo), ainda é muito alto, acima de 85%. O nível de orgulho da mulher no agronegócio é muito alto. E nós dividimos (esta pergunta) em duas categorias. Uma delas era percentual de mulheres que se sentem orgulhosas de trabalhar para o agronegócio e o percentual de mulheres que se sentem muito orgulhosas de trabalhar para o agronegócio. Como é que fica o Brasil nestas duas categorias? Na categoria de mulheres orgulhosas, o Brasil está mais alinhado com a média global de 90%. Já na categoria muito orgulhosas, o Brasil está acima da média global. Isso é interessante: 80% das mulheres do Brasil se sentem muito orgulhosas de trabalhar no agronegócio versus 70% da média global. Então a gente conclui é que a mulher brasileira no agronegócio ela se sente ainda mais orgulhosa do que a média das mulheres entrevistadas em todos estes 17 países”, contextualizou Vivian.

Outro dado importante descoberto na pesquisa é que 62% das mulheres do agro em nível global acreditam que há menos discriminação hoje em comparação há 10 anos. “As mulheres são muito mais aceitas e está mais tranquilo andar no agro. Eu acredito nisso. Eu sou extremamente positiva e eu vejo isso. A gente tem dificuldades como tem em qualquer lugar, mas eu acho que nós já estamos aqui, e não tem mais volta esse caminho. […] Eu falo que para a gente ter aceitação, para a gente estar aqui, é só executar um bom trabalho”, avaliou Teka Vendramini.

Quem também mandou seu recado para o programa especial foi o especialista em marketing do agronegócio, o jornalista e publicitário José Luiz Tejon Megido. Ele reforçou o convite para o congresso que começa nesta terça, 23. Tejon destacou que serão mais de mil mulheres participando das discussões em torno de casos de sucesso de produtoras e gestoras de agroindústrias ao longo do evento. “As mulheres significam uma grande transformação e, na minha opinião, aceleradoras da inovação”, sustentou.

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