Brasil deve encerrar ano Hilton exportando menos da metade do volume da cota

18 junho 2019
exportacoes-carne-bovina-2018-exigencia-qualidade

No quadro Giro pelo Mundo exibido pelo programa desta terça-feira, dia 18, o zootecnista e diretor de exportações da JBS Unifleisch, Juliano Jubileu, atualizou números consolidados das exportações de carne brasileira para a União Europeia.

Embora o volume total de embarques brasileiros de carne bovina tenha evoluído em 2018 na comparação com 2017 e ainda que 2019 siga na mesma trilha, o Brasil deverá ter um volume menor de exportações dentro da Cota Hilton, que exige alto padrão de qualidade de carne com destino ao Velho Continente.

Do total de 10 mil toneladas anuais disponíveis pela cota, o Brasil cumpriu até abril deste ano 38,5%, atualizou Jubileu. A projeção é de que ao final deste mês de junho, quando se encerra o “ano Hilton” (de julho de um ano a junho do ano seguinte), no máximo metade da cota de exportação seja cumprida. No ano passado, o país exportou pouco mais de 50%. Para efeito de comparação, Jubileu informou que o Paraguai, no mesmo período (julho de 2018 a abril de 2019) já exportou 83% do que tinha direito dentro da Cota Hilton.

“É preciso estar atento porque o nosso produto está concorrendo com outros produtos de alta qualidade no mercado e quanto mais Hilton, a gente sabe sabe, produto melhor e melhor remuneração para o pecuarista também, vale ressaltar”, declarou Jubileu.

O zootecnista afirmou que inserir a carne brasileira na Europa é vantajoso não somente para o lado comercial, como também para a promoção da cadeia produtiva. “O mercado europeu é uma vitrine e ele é muito sensível não só à questão sanitária, mas à questão de sustentabilidade. Tudo isto é muito importante para a gente estar atento. Qualidade não é só o produto em si, envolve tudo. Produção com responsabilidade, produção de um produto realmente com uma qualidade organoléptica no sentido intrínseco do produto, o serviço, a gente poder processar esta carne de forma adequada, entregar no tempo justo, entregar na qualidade que o cliente quer. Isto a gente vem fazendo e vem demonstrando que vem fazendo muito bem feito”, aprovou.

Veja a entrevista completa no vídeo abaixo:

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Do total de 10 mil toneladas anuais disponíveis pela cota, o Brasil cumpriu até abril deste ano 38,5%, atualizou Jubileu. A projeção é de que ao final deste mês de junho, quando se encerra o “ano Hilton” (de julho de um ano a junho do ano seguinte), no máximo metade da cota de exportação seja cumprida. No ano passado, o país exportou pouco mais de 50%. Para efeito de comparação, Jubileu informou que o Paraguai, no mesmo período (julho de 2018 a abril de 2019) já exportou 83% do que tinha direito dentro da Cota Hilton.

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