Como planejar a estação de monta e escolher o touro que mais combina com o objetivo da sua fazenda?

15 maio 2019
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“No meu pensamento, a estação deste ano começou quando terminou a estação do ano passado”. Assim afirmou em sua entrevista concedida ao Giro do Boi nesta quarta, 15, o médico veterinário César Franzon, presidente do Conceip, ntidade representativa dos programas emissores do CEIP, e gerente executivo de inovação e rebanho da central CRV Lagoa.

“Tem que selecionar as matrizes que vão estar na estação de monta, é algo muito importante ver o escore que estes animais estão. Tem que lembrar muito do estado desta fêmea porque ela vai responder ao protocolo de IATF e o estado corporal tem muita relação com isso. Tem que pensar muito na condição das suas pastagens, no método de manejo”, acrescentou o especialista.

Franzon aconselhou ao produtor que depois de fazer a lição de casa e deixar as vacas em condições adequadas para a monta, uma das principais etapas para a assegurar o melhoramento genético do seu rebanho é entender qual touro deve escolher para a IATF.
“Cada produtor tem que ver qual o melhor touro para a sua realidade. O que ele quer? Ele já tem objetivo de seleção definido? Quer vender bezerro, quer fazer terminação, cruzamento industrial, um boi, uma novilha 1953 ou para o protocolo Nelore Natural?”, indagou.

“Tem que estar com tudo na mão e principalmente: leve um técnico para a sua fazenda. Peça para este técnico olhar a sua vacada e, junto com você, ajudar a direcionar quais são os melhores touros para o seu rebanho de acordo com o seu objetivo de seleção”, recomendou. “Tem genética disponível para isto. No mercado hoje a gente fala que touro bom, touro com genética melhoradora, ele vai consertar o rebanho, ajuda muito a melhorar algumas deficiências que o rebanho tem. Então se o pecuarista se preparar, começar a organizar casa e já pensar agora como vai fazer, como as vacas vão chegar na estação, quais touros vai usar, já vai se antecipando”, completou o veterinário.

É ainda nesta etapa do planejamento da reprodução que reside um dos segredos da produtividade e renda do pecuarista, relacionou Franzon. “Bezerro melhorado vai apresentar carcaça melhor, muito mais musculatura, precocidade e vai ser o animal que todo mundo quer ter no pasto. No pasto, ou no confinamento, onde for fazer a terminação dele, se você não tiver um animal com boa genética, ele não vai conseguir expressar isso e vai prejudicar a pecuária de ciclo curto, que todo mundo procura para poder ter rentabilidade, lucratividade para a sua propriedade”, constatou.

Veja a entrevista completa abaixo:

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“No meu pensamento, a estação deste ano começou quando terminou a estação do ano passado”. Assim afirmou em sua entrevista concedida ao Giro do Boi nesta quarta, 15, o médico veterinário César Franzon, presidente do Conceip, ntidade representativa dos programas emissores do CEIP, e gerente executivo de inovação e rebanho da central CRV Lagoa.

“Tem que selecionar as matrizes que vão estar na estação de monta, é algo muito importante ver o escore que estes animais estão. Tem que lembrar muito do estado desta fêmea porque ela vai responder ao protocolo de IATF e o estado corporal tem muita relação com isso. Tem que pensar muito na condição das suas pastagens, no método de manejo”, acrescentou o especialista.

Franzon aconselhou ao produtor que depois de fazer a lição de casa e deixar as vacas em condições adequadas para a monta, uma das principais etapas para a assegurar o melhoramento genético do seu rebanho é entender qual touro deve escolher para a IATF.
“Cada produtor tem que ver qual o melhor touro para a sua realidade. O que ele quer? Ele já tem objetivo de seleção definido? Quer vender bezerro, quer fazer terminação, cruzamento industrial, um boi, uma novilha 1953 ou para o protocolo Nelore Natural?”, indagou.

“Tem que estar com tudo na mão e principalmente: leve um técnico para a sua fazenda. Peça para este técnico olhar a sua vacada e, junto com você, ajudar a direcionar quais são os melhores touros para o seu rebanho de acordo com o seu objetivo de seleção”, recomendou. “Tem genética disponível para isto. No mercado hoje a gente fala que touro bom, touro com genética melhoradora, ele vai consertar o rebanho, ajuda muito a melhorar algumas deficiências que o rebanho tem. Então se o pecuarista se preparar, começar a organizar casa e já pensar agora como vai fazer, como as vacas vão chegar na estação, quais touros vai usar, já vai se antecipando”, completou o veterinário.

É ainda nesta etapa do planejamento da reprodução que reside um dos segredos da produtividade e renda do pecuarista, relacionou Franzon. “Bezerro melhorado vai apresentar carcaça melhor, muito mais musculatura, precocidade e vai ser o animal que todo mundo quer ter no pasto. No pasto, ou no confinamento, onde for fazer a terminação dele, se você não tiver um animal com boa genética, ele não vai conseguir expressar isso e vai prejudicar a pecuária de ciclo curto, que todo mundo procura para poder ter rentabilidade, lucratividade para a sua propriedade”, constatou.

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O abate técnico reuniu cerca de 946 cabeças de 16 pecuaristas do estado. Os produtores irão concorrer para melhores lotes nas categorias machos e fêmeas,o resultado será divulgado ainda nesta semana.

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