Fazenda desenvolve modelo inovador para gestão de risco em pecuária

12 dezembro 2019
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Entrada e saída de lotes praticamente todos os dias da semana com um volume expressivo de animais envolvidos. Para minimizar a exposição às ameaças da pecuária de corte, sejam de mercado, sanitários ou de qualquer outra ordem, a Agropastoril Paschoal Campanelli, empresa com propriedades na região de Barretos-SP, montou um complexo e eficiente sistema de gestão de riscos.

+ Leia aqui outras reportagens da série gravada na Agropastoril Paschoal Campanelli

O sistema entra em ação com a chegada dos animais de reposição às fazendas do grupo, que não trabalha com cria. “Esse controle começa desde a entrada do animal nas nossas unidades, com a rastreabilidade, com a identificação do animal, controle individual, rastreabilidade voltada para Europa. Nós temos o controle de tudo que foi feito no animal, medicação, dia, pesagem, transferência entre fazendas, tudo isso nos dá uma segurança muito grande para que, na hora que nós estamos fazendo o embarque, eu tenha condição de passar o melhor animal com a qualidade esperada, o peso esperado que foi programado para o frigorífico, com certificação de sanidade dentro dos padrões exigidos”, detalhou Marcelo Campanelli, gestor administrativo da empresa.

Nesta chegada dos animais, um protocolo de entrada padronizado tem início e, com informações todas disponíveis em sistema online, técnicos específicos para as funções são informados das condições da reposição, se já passaram por manejo sanitário, por exemplo, para qual baia deve ser destinado, qual o peso esperado para o abate e que tipo de dieta deve receber para cumprir os objetivos.

Treinamento de pessoal também é parte integrante deste manejo de riscos, conforme ressaltou Campanelli. Os colaboradores são capacitados periodicamente em bem-estar animal para operar equipamentos da forma adequada e evitar lesões nas carcaças para que não haja prejuízos no pós-abate. As estruturas utilizadas também são vistoriadas para evitar presença de quaisquer objetos pontiagudos, por exemplo, que possam ferir os animais.

A capacitação envolve também os manejos de embarque e desembarque. Os campeiros responsáveis pelas rondas por entre as baias do confinamento também recebem treinamentos para identificar com rapidez os animais potencialmente doentes para acionar a um veterinário que possa reverter o quadro e retomar o desempenho do bovino.

Outra parte relevante do sistema de gestão de risco da Agropastoril Paschoal Campanelli é a comercialização dos lotes. A programação é feita, segundo Marcelo, já em sintonia com a aquisição dos animais de reposição. “Com esse volume de boi, a gente não pode ficar exposto no mercado, então desde a chegada da recria, de fornecimento de animal, a gente procura uma parceria também na hora do abate”, ponderou o gestor. “Hoje nós estamos com uma parceria com o JBS. Nós passamos a nossa escala da programação de abates com dois meses de antecedência e, com isso, o frigorífico consegue se posicionar melhor fazendo a distribuição desses animais. E nós conseguimos também nos posicionar e gerenciar a entrada de animais, o trabalho e o embarque. […] É bom pro frigorífico, é bom pra gente, é bom pro animal. Você dá qualidade, você dá segurança (para a operação)”, resumiu Marcelo Campanelli.

Veja a reportagem completa no vídeo abaixo:

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Nesta chegada dos animais, um protocolo de entrada padronizado tem início e, com informações todas disponíveis em sistema online, técnicos específicos para as funções são informados das condições da reposição, se já passaram por manejo sanitário, por exemplo, para qual baia deve ser destinado, qual o peso esperado para o abate e que tipo de dieta deve receber para cumprir os objetivos.

Treinamento de pessoal também é parte integrante deste manejo de riscos, conforme ressaltou Campanelli. Os colaboradores são capacitados periodicamente em bem-estar animal para operar equipamentos da forma adequada e evitar lesões nas carcaças para que não haja prejuízos no pós-abate. As estruturas utilizadas também são vistoriadas para evitar presença de quaisquer objetos pontiagudos, por exemplo, que possam ferir os animais.

A capacitação envolve também os manejos de embarque e desembarque. Os campeiros responsáveis pelas rondas por entre as baias do confinamento também recebem treinamentos para identificar com rapidez os animais potencialmente doentes para acionar a um veterinário que possa reverter o quadro e retomar o desempenho do bovino.

Outra parte relevante do sistema de gestão de risco da Agropastoril Paschoal Campanelli é a comercialização dos lotes. A programação é feita, segundo Marcelo, já em sintonia com a aquisição dos animais de reposição. “Com esse volume de boi, a gente não pode ficar exposto no mercado, então desde a chegada da recria, de fornecimento de animal, a gente procura uma parceria também na hora do abate”, ponderou o gestor. “Hoje nós estamos com uma parceria com o JBS. Nós passamos a nossa escala da programação de abates com dois meses de antecedência e, com isso, o frigorífico consegue se posicionar melhor fazendo a distribuição desses animais. E nós conseguimos também nos posicionar e gerenciar a entrada de animais, o trabalho e o embarque. […] É bom pro frigorífico, é bom pra gente, é bom pro animal. Você dá qualidade, você dá segurança (para a operação)”, resumiu Marcelo Campanelli.

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