“Mais barato que um seguro”, diz especialista sobre investimento em sanidade

21 fevereiro 2019
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Em entrevista ao Giro do Boi desta quinta, 21, o diretor da área de grandes animais da Boehringer Saúde Animal, Nivaldo Grando Júnior, engenheiro agrônomo, pós-graduado em gestão estratégica pela FGV e especialista em trade marketing pela ESPM, destacou que o custo do pecuarista com prevenção a problemas de saúde de seu rebanho não passa de 3% de tudo que ele investe da porteira para dentro.

“De tudo isso, o investimento do pecuarista em saúde animal não passa de 3% do que ele investe ao ano. […] É mais barato do que um seguro. Normalmente o seguro que a gente paga é acima disso. Deste modo a gente consegue eliminar grande parte das perdas, trazer bem-estar animal, que é uma outra bandeira que a gente ergue muito na nossa responsabilidade, e proteger a rentabilidade destes pecuaristas”, analisou.

O diretor ainda acrescentou que os custos não variam além dos 3% mesmo quando levada em consideração a região em que está a propriedade e a(s) raça(s) utilizada(s) no rebanho. No entanto o valor pode variar caso o produtor não trabalhe com sanidade de modo preventivo. Afinal, é claro, remediar é mais caro do que prevenir. “Quanto mais antecipado, quanto mais o protocolo for bem adequado, menos a gente deixa o prejuízo entrar para dentro da porteira e mais a gente faz com que o lucro aumente”, salientou. “Trazer a prevenção para dentro da porteira é fundamental para a gente evitar estas perdas”, reforçou.

Nivaldo comentou também a mudança feita na dose de vacina contra a febre aftosa, aproveitando a aproximação da primeira campanha anual que se iniciará no próximo mês de maio. Já valendo para esta etapa, a dose diminui de 5 ml para 2 ml por aplicação. “A gente tem essa responsabilidade de só levar para o mercado aqueles produtos que tenham maior padrão e melhor qualidade. A gente sabe que se trata de uma nova tecnologia, que fez com que nossa equipe de desenvolvimento de fábrica precisasse fazer este tipo de investimento. Nós estamos concentrando mais o antígeno, a saída da saponina e com os frascos agora de 100 ml e 50 doses ou 30 ml e 15 doses que vão estar disponíveis aos pecuaristas. Não perca tempo, é o momento de fazer a aplicação em maio. O pecuarista tem a obrigação de proteger o Brasil para a gente continuar podendo vender carne enquanto mantivermos o vírus não circulante”, declarou.

Veja a entrevista completa no vídeo abaixo:

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“De tudo isso, o investimento do pecuarista em saúde animal não passa de 3% do que ele investe ao ano. […] É mais barato do que um seguro. Normalmente o seguro que a gente paga é acima disso. Deste modo a gente consegue eliminar grande parte das perdas, trazer bem-estar animal, que é uma outra bandeira que a gente ergue muito na nossa responsabilidade, e proteger a rentabilidade destes pecuaristas”, analisou.

O diretor ainda acrescentou que os custos não variam além dos 3% mesmo quando levada em consideração a região em que está a propriedade e a(s) raça(s) utilizada(s) no rebanho. No entanto o valor pode variar caso o produtor não trabalhe com sanidade de modo preventivo. Afinal, é claro, remediar é mais caro do que prevenir. “Quanto mais antecipado, quanto mais o protocolo for bem adequado, menos a gente deixa o prejuízo entrar para dentro da porteira e mais a gente faz com que o lucro aumente”, salientou. “Trazer a prevenção para dentro da porteira é fundamental para a gente evitar estas perdas”, reforçou.

Nivaldo comentou também a mudança feita na dose de vacina contra a febre aftosa, aproveitando a aproximação da primeira campanha anual que se iniciará no próximo mês de maio. Já valendo para esta etapa, a dose diminui de 5 ml para 2 ml por aplicação. “A gente tem essa responsabilidade de só levar para o mercado aqueles produtos que tenham maior padrão e melhor qualidade. A gente sabe que se trata de uma nova tecnologia, que fez com que nossa equipe de desenvolvimento de fábrica precisasse fazer este tipo de investimento. Nós estamos concentrando mais o antígeno, a saída da saponina e com os frascos agora de 100 ml e 50 doses ou 30 ml e 15 doses que vão estar disponíveis aos pecuaristas. Não perca tempo, é o momento de fazer a aplicação em maio. O pecuarista tem a obrigação de proteger o Brasil para a gente continuar podendo vender carne enquanto mantivermos o vírus não circulante”, declarou.

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