Mais lotação, menos emissão: produtores do MT investem na sustentabilidade da pecuária tropical

15 abril 2019
Rota do Boi Araputanga

A Liga do Araguaia, movimento de pecuaristas que nasceu em 2014 com o objetivo de aumentar a competitividades de produtores mato-grossenses do Vale do Araguaia por meio da intensificação sustentável da atividade, voltou a ser destaque do Giro do Boi nesta segunda, 15. O convidado do programa foi o engenheiro agrônomo José Carlos Pedreira de Freitas, especialista nesta inserção da sustentabilidade na estratégia de empresas agropecuárias, consultor do Grupo Roncador e sócio-diretor da Hecta, empresa que orienta as ações dos pecuaristas que pertencem à iniciativa.

Liga de produtores do MT busca desenvolvimento sustentável da pecuária no Vale do Araguaia

Freitas reforçou que o objetivo dos pecuaristas é produzir o que chama de carne dos trópicos, baseada na engorda a pasto, com uma pegada sustentável por conta do sequestro de carbono pelas forrageiras da atmosfera para o solo, equilibrando as emissões de CO² da atividade. Isto, na visão do consultor, representa grande oportunidade para a carne brasileira ganhar espaço mundo afora.

“Nós, nos trópicos e na pecuária brasileira, temos todas as condições de dar a resposta que este mercado precisa. É preciso a gente se preparar para isso e dizer: eu faço uma pecuária a pasto, nos trópicos e a pecuária de baixas emissões de carbono porque eu neutralizo as emissões dos animais no carbono armazenado nas minhas pastagens intensificadas”, resumiu.

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Por meio de auditorias independentes, o grupo de produtores que integram o movimento atestou que, desde 2014, foram evitadas as emissões de 357.230 toneladas de CO² equivalente pela pecuária desenvolvida pela liga, ou 67% da meta total a ser cumprida até 2020, quando pretende evitar emitir 531.028 toneladas de CO² equivalente por meio do aumento de produtividade, principalmente reforçando a capacidade de suporte das forrageiras.

Veja a entrevista completa no vídeo abaixo:

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