Mulheres com mais de 30 anos impulsionam participação feminina no agro, aponta Cepea

04 fevereiro 2019
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Nesta segunda, 04, o Giro do Boi recebeu ao vivo em seu estúdio a pecuarista Teka Vendramini, diretora da Sociedade Rural Brasileira, a SRB. A produtora comentou a recente divulgação de um estudo do Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada da Esalq-USP) que aponta crescimento na participação feminina na força de trabalho do agronegócio. Segundo a entidade, entre 2004 e 2015, o total de mulheres trabalhando no setor cresceu 8,3%, saindo de uma ocupação de 24,11% para 27,97%. Para fazer uma comparação, no mesmo período, o número de homens na força de trabalho do agro diminuiu em 11,6%.

+ Baixe aqui o Volume I do estudo “Mercado de Trabalho do Agronegócio Brasileiro – Mulheres no Agronegócio

De acordo com Teka, o trabalho é perene e, com o devido esforço, a participação deverá aumentar. “Como que a gente chega lá? Como que a gente consegue? Com um bom trabalho, eu não tenho dúvida disso. É sendo extremamente correta no que a gente faz e acho que é assim que a gente consegue continuar caminhando. Não tem outra maneira, não tem mágica. Eu acho que é trabalhando bem e mostrando a nossa eficiência”, avaliou.

De fato, em uma segunda etapa deste estudo, o Cepea estratificou este crescimento para identificar se a evolução está bem distribuída entre diversos grupos sociais. A descoberta é de que a qualificação faz a diferença no aumento da participação feminina no setor. De acordo com o órgão vinculado à Esalq/USP, a “evolução positiva não ocorreu de maneira sistemática entre os diversos grupos socioeconômicos de trabalhadoras. O maior impulso para esse resultado veio de mulheres com mais de 30 anos, casadas e com ensinos médio e superior”.

+ Baixe aqui o Volume II do estudo “Mercado de Trabalho do Agronegócio Brasileiro – Mulheres no Agronegócio

Um terceiro volume de análises do Cepea sobre a mulher no agro será divulgado no início do próximo mês, trazendo dados sobre salários médios e comparação da participação de mulheres empregadas no agro e em outros segmentos da economia brasileira.

Ainda em entrevista ao Giro do Boi, Teka comentou a expectativa sobre o trabalho da ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Tereza Cristina Corrêa da Costa Dias, e também a importância da celebração dos 100 anos da Sociedade Rural Brasileira, a SRB, a serem completados no próximo mês de maio.

Confira a entrevista completa:

Foto: Divulgação / CNMA

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De acordo com Teka, o trabalho é perene e, com o devido esforço, a participação deverá aumentar. “Como que a gente chega lá? Como que a gente consegue? Com um bom trabalho, eu não tenho dúvida disso. É sendo extremamente correta no que a gente faz e acho que é assim que a gente consegue continuar caminhando. Não tem outra maneira, não tem mágica. Eu acho que é trabalhando bem e mostrando a nossa eficiência”, avaliou.

De fato, em uma segunda etapa deste estudo, o Cepea estratificou este crescimento para identificar se a evolução está bem distribuída entre diversos grupos sociais. A descoberta é de que a qualificação faz a diferença no aumento da participação feminina no setor. De acordo com o órgão vinculado à Esalq/USP, a “evolução positiva não ocorreu de maneira sistemática entre os diversos grupos socioeconômicos de trabalhadoras. O maior impulso para esse resultado veio de mulheres com mais de 30 anos, casadas e com ensinos médio e superior”.

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Um terceiro volume de análises do Cepea sobre a mulher no agro será divulgado no início do próximo mês, trazendo dados sobre salários médios e comparação da participação de mulheres empregadas no agro e em outros segmentos da economia brasileira.

Ainda em entrevista ao Giro do Boi, Teka comentou a expectativa sobre o trabalho da ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Tereza Cristina Corrêa da Costa Dias, e também a importância da celebração dos 100 anos da Sociedade Rural Brasileira, a SRB, a serem completados no próximo mês de maio.

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