Pecuária no Brasil tem duas realidades distintas; qual é a da sua fazenda?

02 dezembro 2019
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A pecuária de corte brasileira está distribuída entre duas realidades e elas são bem distintas entre si. Enquanto na média as fazendas têm prejuízo com a atividade, as que estão no topo têm taxa de retorno de 1,34% ao mês. Foi a esta descoberta que chegou o último estudo de Benchmarking da safra 2018/19 realizado pelo Inttegra, instituto que é especializado em prestar consultoria para propriedades rurais a partir de métricas gerenciais.

O Giro do Boi desta segunda, 02, exibiu pela primeira vez em sua grade de programação regular o especial de lançamento do estudo que foi ao ar na noite do dia 21/10 com participação do zootecnista, mestre em produção animal e diretor do Inttegra Antônio Chaker.

O especialista apontou que as fazendas que estão no Top 30% da atividade dentro do universo analisado (*) ganham em média R$ 438/ha e, ao afunilar o critério ainda mais, somente 6% tiveram lucro superior a R$ 600/ha. Para ajudar os produtores que desejam percorrer este caminho para o sucesso financeiro, Chaker sintetizou as principais lições que estas fazendas de sucesso deixam para as que ainda estão na outra ponta, na “realidade” do prejuízo:

1: Quem lucra não é a fazenda, mas sim o pecuarista. Um gestor eficiente consegue margens para a sua propriedade onde quer que esteja com relação a fertilidade de solo, condições climáticas, entre outros.
2: Aumentar a produção não garante lucro sempre. No entanto, o aumento da produtividade é sempre uma consequência de quem lucra mais.
3: Por isso o foco do pecuarista, do gestor, deve ser sempre a sua margem. “Mais importante do que quanto eu produzo é o quanto me sobra”, declarou o zootecnista.
4: Para obter a margem, o pecuarista deve priorizar, na seguinte ordem de relevância, os itens a seguir: desembolso por cabeça ao mês (gastar certo para produzir uma arroba barata); ganho médio diário; índices zootécnicos e, por último, valor de venda.

Veja as explicações de Chaker na íntegra pelo vídeo abaixo:

 

* O estudo do Benchmarking está em sua sétima edição, é feito desde 2012, e reúne números de propriedades incluídas em realidades diversas de produção por todo o Brasil e América Latina para efeito de comparação de desempenhos e indicação de referências. Nesta última safra, entre 1º de julho de 2018 e 30 de junho de 2019, foram analisados os dados de 378 fazendas em 12 estados do Brasil, além de Paraguai e Bolívia, propriedades que contam com 5.251 colaboradores, reúnem um rebanho de 1,64 milhão de animais distribuídos em uma área de 1,35 milhão de hectares de pastagem e faturam, em conjunto, R$ 1,76 bilhão.

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O Giro do Boi desta segunda, 02, exibiu pela primeira vez em sua grade de programação regular o especial de lançamento do estudo que foi ao ar na noite do dia 21/10 com participação do zootecnista, mestre em produção animal e diretor do Inttegra Antônio Chaker.

O especialista apontou que as fazendas que estão no Top 30% da atividade dentro do universo analisado (*) ganham em média R$ 438/ha e, ao afunilar o critério ainda mais, somente 6% tiveram lucro superior a R$ 600/ha. Para ajudar os produtores que desejam percorrer este caminho para o sucesso financeiro, Chaker sintetizou as principais lições que estas fazendas de sucesso deixam para as que ainda estão na outra ponta, na “realidade” do prejuízo:

1: Quem lucra não é a fazenda, mas sim o pecuarista. Um gestor eficiente consegue margens para a sua propriedade onde quer que esteja com relação a fertilidade de solo, condições climáticas, entre outros.
2: Aumentar a produção não garante lucro sempre. No entanto, o aumento da produtividade é sempre uma consequência de quem lucra mais.
3: Por isso o foco do pecuarista, do gestor, deve ser sempre a sua margem. “Mais importante do que quanto eu produzo é o quanto me sobra”, declarou o zootecnista.
4: Para obter a margem, o pecuarista deve priorizar, na seguinte ordem de relevância, os itens a seguir: desembolso por cabeça ao mês (gastar certo para produzir uma arroba barata); ganho médio diário; índices zootécnicos e, por último, valor de venda.

Veja as explicações de Chaker na íntegra pelo vídeo abaixo:

 

* O estudo do Benchmarking está em sua sétima edição, é feito desde 2012, e reúne números de propriedades incluídas em realidades diversas de produção por todo o Brasil e América Latina para efeito de comparação de desempenhos e indicação de referências. Nesta última safra, entre 1º de julho de 2018 e 30 de junho de 2019, foram analisados os dados de 378 fazendas em 12 estados do Brasil, além de Paraguai e Bolívia, propriedades que contam com 5.251 colaboradores, reúnem um rebanho de 1,64 milhão de animais distribuídos em uma área de 1,35 milhão de hectares de pastagem e faturam, em conjunto, R$ 1,76 bilhão.

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