Pecuarista pode lucrar mais de R$ 500 por hectare produzindo boi de 20 arrobas aos 20 meses

14 janeiro 2019
Pastagens

Nesta segunda, dia 14, o Giro do Boi exibiu entrevista com o médico veterinário e sócio diretor do programa Qualitas Melhoramento Genético, Leonardo Souza. O profissional frisou o peso da atenção redobrada na hora da aquisição do material genético para a estação de monta, advertindo quanto à escolha de touros, seja para sêmen ou repasse, no “olhômetro”. Também alertou para a o melhoramento do rebanho de fêmeas, destacando que características como idade ao primeiro parto é uma das principais características a serem buscadas pelos criadores.

Para Souza, este é um dos passos para o pecuarista sair de um lucro médio menor do que R$ 30 por hectare na operação pecuária, conformou apontou recentemente o levantamento do Benchmarking 2017/18, para quase R$ 500, que é aproximadamente a média dos pecuaristas top rentáveis.

Em entrevista à reportagem do Giro do Boi, Leonardo Souza listou os pontos-chave para o pecuarista executar o plano e elevar seu resultado:

– Emprenhar novilhas Nelore aos 14 meses;
– Descartas as fêmeas vazias ao final da estação de monta;
– Fazer uma estação de monta curta – 70 dias no máximo;
– Abater animais até os 20 meses de idade.

“O que é claro para nós é que o animal que é abatido com três anos ou mais, a margem de lucro da engorda é muito baixa. Se a gente insistir neste sistema de produção, a gente não vai ter sucesso. Então nós precisamos reduzir a idade de abate”, indicou o veterinário.

“Abater os animais com no máximo dois anos de idade. É aí onde você tem maior margem dentro da atividade de engorda. Quando você tem essa situação, é possível, dizendo de uma maneira simplista, sair de uma pecuária como o (Antônio) Chaker está mostrando hoje de R$ 30 ou R$ 40 reais de lucro por hectare para R$ 500, que é a experiência que a gente tem dentro do Qualitas. A gente tem gente até chegando a R$ 1.200 de resultado por hectare. E não é possível a gente atingir isso se a gente não foi mais intensivo no sistema de produção”, acrescentou.

Para alcançar esta meta, complementou o diretor do Qualitas, o animal deve ganhar ao menos 675 g por dia para chegar aos dois anos perto de 16@ aos 20 meses, o que seria uma faixa mínima de peso ideal. “Se você fizer isso, já é o suficiente para você ter um resultado de R$ 500 de lucro por hectare. Então essa velocidade, fazer com o que o animal ganhe peso mais rápido é fundamental para que a margem da atividade seja atrativa e seja competitiva com as outras atividades, como a agricultura”, afirmou.

Confira a entrevista completa de Leonardo Souza:

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– Emprenhar novilhas Nelore aos 14 meses;
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– Fazer uma estação de monta curta – 70 dias no máximo;
– Abater animais até os 20 meses de idade.

“O que é claro para nós é que o animal que é abatido com três anos ou mais, a margem de lucro da engorda é muito baixa. Se a gente insistir neste sistema de produção, a gente não vai ter sucesso. Então nós precisamos reduzir a idade de abate”, indicou o veterinário.

“Abater os animais com no máximo dois anos de idade. É aí onde você tem maior margem dentro da atividade de engorda. Quando você tem essa situação, é possível, dizendo de uma maneira simplista, sair de uma pecuária como o (Antônio) Chaker está mostrando hoje de R$ 30 ou R$ 40 reais de lucro por hectare para R$ 500, que é a experiência que a gente tem dentro do Qualitas. A gente tem gente até chegando a R$ 1.200 de resultado por hectare. E não é possível a gente atingir isso se a gente não foi mais intensivo no sistema de produção”, acrescentou.

Para alcançar esta meta, complementou o diretor do Qualitas, o animal deve ganhar ao menos 675 g por dia para chegar aos dois anos perto de 16@ aos 20 meses, o que seria uma faixa mínima de peso ideal. “Se você fizer isso, já é o suficiente para você ter um resultado de R$ 500 de lucro por hectare. Então essa velocidade, fazer com o que o animal ganhe peso mais rápido é fundamental para que a margem da atividade seja atrativa e seja competitiva com as outras atividades, como a agricultura”, afirmou.

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