Piquetão e confinamento expresso a pasto: entenda as diferenças e vantagens

17 abril 2019
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Você sabe quais as diferenças entre o confinamento expresso a pasto e o piquetão, ou semi-confinamento? Ambos os modos de terminação servem como alternativa ao confinamento, em que o bovino é terminado em cocho, mas que carece de estrutura específica e, por isso mesmo, mais cara.

Para explicar as diferenças entre os sistemas e as recomendações para cada pecuarista, o Giro do Boi recebeu em estúdio nesta quarta, 17, o mestre em ciência animal e doutor em zootecnia João Benatti, gerente de produtos para ruminantes da Trouw Nutrition.

Benatti afirmou que no semi-confinamento, ou piquetão, os animais são alimentados com ração concentrada na quantidade de 0,7% a até 1,2% do peso vivo, conforme a necessidade de complementar o pasto. Neste sistema, é possível que o animal ganhe cerca de uma arroba líquida por mês e o pecuarista tem opção de bater sua própria ração com um triturador vertical ou buscar opções mais baratas no mercado.

Já no confinamento expresso a pasto, os animais ganham até 1 kg de carcaça por dia, ou 2@ líquidas por mês. Neste caso, porém, o consumo de ração chega a 2% do peso vivo do bovino. Benatti afirmou que para os produtores que optam por este modo de engorda, fica mais inviável comprar a ração pronta, sendo recomendado ter estrutura para fabricar o próprio concentrado.

“Tudo é questão de qual é o seu objetivo. Se eu preciso colocar duas arrobas em um mês, no semi-confinamento eu provavelmente não vou conseguir. Se eu preciso pôr mais peso nele, tem que dar 2% (do peso vivo). Se eu estou tranquilo, administro uma dieta mais branda, não tenho muito dinheiro para aportar, vai de 1%. […] O pecuarista tem que ter sua caixa de ferramentas. Dependendo do que ele precisa fazer naquele momento, ele tem que abrir a caixa e encontrar soluções”, indicou o mestre em zootecnia.

Veja a entrevista e as especificações técnicas completas clicando no player:

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Já no confinamento expresso a pasto, os animais ganham até 1 kg de carcaça por dia, ou 2@ líquidas por mês. Neste caso, porém, o consumo de ração chega a 2% do peso vivo do bovino. Benatti afirmou que para os produtores que optam por este modo de engorda, fica mais inviável comprar a ração pronta, sendo recomendado ter estrutura para fabricar o próprio concentrado.

“Tudo é questão de qual é o seu objetivo. Se eu preciso colocar duas arrobas em um mês, no semi-confinamento eu provavelmente não vou conseguir. Se eu preciso pôr mais peso nele, tem que dar 2% (do peso vivo). Se eu estou tranquilo, administro uma dieta mais branda, não tenho muito dinheiro para aportar, vai de 1%. […] O pecuarista tem que ter sua caixa de ferramentas. Dependendo do que ele precisa fazer naquele momento, ele tem que abrir a caixa e encontrar soluções”, indicou o mestre em zootecnia.

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