A próxima fronteira para o Nelore

11 dezembro 2019
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Em meio à edição especial do Giro do Boi que marcou a revelação dos vencedores do Circuito Nelore de Qualidade, convidados especiais comentaram a evolução da raça funcionando como uma locomotiva da pecuária nacional – em um primeiro momento colocando toda sua rusticidade a serviços da expansão de fronteiras e, agora, atendendo a um consumidor mais exigente por qualidade de carne.

“Realmente o Nelore participou da expansão da pecuária para o Centro-Oeste, ele está na raiz desta condição por sua rusticidade e capacidade de se adaptar a todos os ambientes, mas ele ficou muito só com essa fama de rústico. O Nelore não é só rústico, ele tem realmente uma carcaça excelente”, apontou o diretor da Friboi na área de relacionamento com o pecuarista, o zootecnista Fábio Dias.

“E os selecionadores e todo o pessoal que trabalha com pecuária, não só na parte de genética, mas também com nutrição, com trabalho de manejo, tem chegado a carcaças sensacionais. Então acho que a próxima etapa, a próxima fronteira do Nelore é ele desembarcar no mercado de carne de qualidade, mostrando o que ele tem realmente já tem comprovado em todas as etapas do Circuito Nelore de Qualidade”, frisou o zootecnista.

Para o presidente da ACCN, a Associação Capixaba dos Criadores de Nelore, Carlos Tadeu Bastos da Rosa, que esteve entre os convidados do programa especial, a homogeneização do uso de tecnologia na pecuária é parte essencial deste próximo patamar a ser alcançado pela raça. “O Brasil é um país de extensão territorial muito grande, então para mim o que está faltando é que as fazendas que não têm acesso à tecnologias […], que chegue até elas o que temos de mais moderno, inovador. […] Quando chegar tecnologia a todo o país, vamos estar muito mais preparados do que já estamos hoje”, previu Rosa, que é engenheiro civil, administrador de empresas e um dos representantes capixabas da Matsuda Sementes e Nutrição Animal, parceira da Nelore do Brasil no circuito de 2019.

Leia aqui os outros outros destaques da edição especial do Giro do Boi:
+ Conheça os vencedores do Circuito Nelore de Qualidade 2019

+ Melhoramento do Nelore sai das pistas e chega ao prato do consumidor

Máquina de produzir carne: evolução da carcaça impressiona no Circuito Nelore

A chegada a esta nova fronteira da carne de qualidade vai ganhar em breve um símbolo, o Projeto Cupim, desenvolvido entre os mesmos parceiros do Circuito Nelore de Qualidade – ACNB, Friboi e Matsuda. “Nós já encaramos o primeiro símbolo, que é o Projeto Cupim, que a gente chamou assim porque percebeu que faltava para o Nelore uma simbologia, o que é uma iguaria, uma identidade do Nelore, e a gente escolheu o cupim. Uma carne super querida, desconhecida até certo ponto fora daqui, mas que representa muito bem a qualidade do Nelore”, revelou Fábio Dias. A iniciativa consiste em uma série de vídeos com depoimentos de personalidades do mundo agro experimentando receitas diversas do corte preparadas pelos chefs Júlia Carvalho, Fred Paim e Clarice Chwartzmann. Os conteúdos serão exibidos pelo Giro do Boi.

Segundo Fábio Dias, além de alçar a raça a outro patamar, o Nelore tem potencial para carregar consigo a pecuária brasileira como um todo a um novo nível. “A gente lançou este projeto […] pensando mais em defender realmente o Nelore como uma alternativa para o mercado de carne premium. O Brasil só vai conseguir atender todo o mercado de carne de qualidade na hora em que conseguir incluir o Nelore, porque senão a gente vai ficar sempre no nicho, sempre com quantidade pequena. Com o Nelore, a gente vai conseguir dar escala para o mercado de carne de qualidade” concluiu.

Veja as entrevistas completas com Carlos Tadeu Bastos da Rosa e Fábio Dias no vídeo abaixo:

 

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“Realmente o Nelore participou da expansão da pecuária para o Centro-Oeste, ele está na raiz desta condição por sua rusticidade e capacidade de se adaptar a todos os ambientes, mas ele ficou muito só com essa fama de rústico. O Nelore não é só rústico, ele tem realmente uma carcaça excelente”, apontou o diretor da Friboi na área de relacionamento com o pecuarista, o zootecnista Fábio Dias.

“E os selecionadores e todo o pessoal que trabalha com pecuária, não só na parte de genética, mas também com nutrição, com trabalho de manejo, tem chegado a carcaças sensacionais. Então acho que a próxima etapa, a próxima fronteira do Nelore é ele desembarcar no mercado de carne de qualidade, mostrando o que ele tem realmente já tem comprovado em todas as etapas do Circuito Nelore de Qualidade”, frisou o zootecnista.

Para o presidente da ACCN, a Associação Capixaba dos Criadores de Nelore, Carlos Tadeu Bastos da Rosa, que esteve entre os convidados do programa especial, a homogeneização do uso de tecnologia na pecuária é parte essencial deste próximo patamar a ser alcançado pela raça. “O Brasil é um país de extensão territorial muito grande, então para mim o que está faltando é que as fazendas que não têm acesso à tecnologias […], que chegue até elas o que temos de mais moderno, inovador. […] Quando chegar tecnologia a todo o país, vamos estar muito mais preparados do que já estamos hoje”, previu Rosa, que é engenheiro civil, administrador de empresas e um dos representantes capixabas da Matsuda Sementes e Nutrição Animal, parceira da Nelore do Brasil no circuito de 2019.

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Segundo Fábio Dias, além de alçar a raça a outro patamar, o Nelore tem potencial para carregar consigo a pecuária brasileira como um todo a um novo nível. “A gente lançou este projeto […] pensando mais em defender realmente o Nelore como uma alternativa para o mercado de carne premium. O Brasil só vai conseguir atender todo o mercado de carne de qualidade na hora em que conseguir incluir o Nelore, porque senão a gente vai ficar sempre no nicho, sempre com quantidade pequena. Com o Nelore, a gente vai conseguir dar escala para o mercado de carne de qualidade” concluiu.

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