Conheça as regras de ouro para o bom manejo de pastagens

14 novembro 2019
conheca-as-regras-de-ouro-do-manejo-de-pastagem

Na edição desta quinta, 14, do quadro Pastagem de A a Z, o engenheiro agrônomo, pós-graduado em pastagens pela Esalq-USP e consultor do Circuito da Pecuária Wagner Pires fez uma lista com as regras de ouro do manejo de pastagens. “Tenho certeza que se você seguir as informações que eu vou passar pra você agora e começar a mudar a cultura dentro da sua fazenda, dentro do seu projeto, nós juntos vamos mudar a história deste país”, frisou o consultor.

Pires informou que a regra número 1 para o bom manejo de pasto é a clássica “o olho do dono engorda a boiada”. Neste contexto, o agrônomo explicou que trata-se de conhecer bem a estrutura das forrageiras usadas em sua fazenda. Saber como está dividida em folhas, talo e raiz, onde está a gema apical, como se comporta o perfilhamento do capim e como está sua reserva de nutrientes.

Para aplicar este conhecimento, Wagner alertou também a única forma de manejar corretamente o pasto é fazendo sua divisão em piquetes. Isto é essencial para respeitar o período de descanso de que a planta precisa.

Por isso, o agrônomo esclareceu que o produtor deve retirar o gado de um determinado piquete com uma sobra foliar de cerca de 50%. Como o capim só consegue se desenvolver por meio de fotossíntese, sem esta sobra de folhas a planta não consegue se recuperar prontamente, daí a importância desta etapa.

Segundo Pires, cada gramínea tem seu período ideal de descanso, e cresce em média 2 cm ao dia. A constante aqui é que, conforme afirmou o especialista, em áreas com adubação este período é menor.

Pires chamou atenção ainda para o cuidado que o pecuarista precisa ter com o período das chuvas. O ponto-chave aqui é entender que na estação das águas, as plantas têm seu ciclo acelerado por conta da dinâmica de consumo das folhas pelo animais e recuperação por meio da queima de suas reservas, que impacta no crescimento das raízes. A recomendação é para que cerca de 30 dias antes do fim das chuvas o produtor administre uma adubação foliar ou aplicação de nitrogênio para reforçar a capacidade de suporte da gramínea e acelerar sua recuperação após este período intenso de pastejo.

Confira todas as regras do bom manejo de pasto no quadro “Pastagem de A a Z” disponível no player a seguir:

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Pires informou que a regra número 1 para o bom manejo de pasto é a clássica “o olho do dono engorda a boiada”. Neste contexto, o agrônomo explicou que trata-se de conhecer bem a estrutura das forrageiras usadas em sua fazenda. Saber como está dividida em folhas, talo e raiz, onde está a gema apical, como se comporta o perfilhamento do capim e como está sua reserva de nutrientes.

Para aplicar este conhecimento, Wagner alertou também a única forma de manejar corretamente o pasto é fazendo sua divisão em piquetes. Isto é essencial para respeitar o período de descanso de que a planta precisa.

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Segundo Pires, cada gramínea tem seu período ideal de descanso, e cresce em média 2 cm ao dia. A constante aqui é que, conforme afirmou o especialista, em áreas com adubação este período é menor.

Pires chamou atenção ainda para o cuidado que o pecuarista precisa ter com o período das chuvas. O ponto-chave aqui é entender que na estação das águas, as plantas têm seu ciclo acelerado por conta da dinâmica de consumo das folhas pelo animais e recuperação por meio da queima de suas reservas, que impacta no crescimento das raízes. A recomendação é para que cerca de 30 dias antes do fim das chuvas o produtor administre uma adubação foliar ou aplicação de nitrogênio para reforçar a capacidade de suporte da gramínea e acelerar sua recuperação após este período intenso de pastejo.

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