#GDB5anos: profissionais relembram história do mercado de boi a termo no Brasil

13 maio 2019
FOTO REDIMENSIONADA 03

Foi em 2004 que a inovação chegou ao Brasil. Com a possibilidade de saber o preço do boi gordo no mercado futuro, o pecuarista ganhou segurança na liquidez de seu produto, diminuindo os riscos de seu negócio por meio do boi a termo. Este foi um dos assuntos em foco no Giro do Boi especial 5 anos, uma história contada a quatro mãos entre o diretor de novos canais de originação da Friboi, Leandro Testa, e o consultor Ivan Wedekin, engenheiro agrônomo esalqueano, autor do livro “Economia da Pecuária de Corte – Fundamentos e o ciclo de preços”, ex-diretor da BM&F/Bovespa.

“Começou em 2004. A gente já via esse movimento, existia em outras commodities como o milho e a soja, e a JBS deu o primeiro passo em trazer esta realidade para a pecuária, ou seja, o produtor olhar o preço futuro, fazer conta, o head, como a gente fala, se posicionando lá na frente com o custo de produção. […] Tem essa possibilidade de diminuir o risco e garantir preço lá na frente”, contou Testa.

“Tem o boi a termo, tem o mercado futuro. E um dos trabalhos que mais me deu prazer em fazer na bolsa foi o lançamento do atual contrato futuro de opções de milho, que é um contrato que ganhou muita liquidez e permite, portanto para o pecuarista, para o confinador travar o preço do boi e o custo de produção através do milho”, completou Wedekin.

Ainda no mesmo bloco, a pecuarista e diretora da Sociedade Rural Brasileira, Teka Vendramini, deu seu depoimento sobre o aniversário de 5 anos do programa. “A gente anda por um Brasilzão que quase não tem informação, então chegando uma boa informação, chegar com o Giro do Boi, um programa que mostra as boas práticas, é uma inspiração para este produtor”.

Confira a íntegra no vídeo abaixo:

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O abate técnico reuniu cerca de 946 cabeças de 16 pecuaristas do estado. Os produtores irão concorrer para melhores lotes nas categorias machos e fêmeas,o resultado será divulgado ainda nesta semana.

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Foi em 2004 que a inovação chegou ao Brasil. Com a possibilidade de saber o preço do boi gordo no mercado futuro, o pecuarista ganhou segurança na liquidez de seu produto, diminuindo os riscos de seu negócio por meio do boi a termo. Este foi um dos assuntos em foco no Giro do Boi especial 5 anos, uma história contada a quatro mãos entre o diretor de novos canais de originação da Friboi, Leandro Testa, e o consultor Ivan Wedekin, engenheiro agrônomo esalqueano, autor do livro “Economia da Pecuária de Corte – Fundamentos e o ciclo de preços”, ex-diretor da BM&F/Bovespa.

“Começou em 2004. A gente já via esse movimento, existia em outras commodities como o milho e a soja, e a JBS deu o primeiro passo em trazer esta realidade para a pecuária, ou seja, o produtor olhar o preço futuro, fazer conta, o head, como a gente fala, se posicionando lá na frente com o custo de produção. […] Tem essa possibilidade de diminuir o risco e garantir preço lá na frente”, contou Testa.

“Tem o boi a termo, tem o mercado futuro. E um dos trabalhos que mais me deu prazer em fazer na bolsa foi o lançamento do atual contrato futuro de opções de milho, que é um contrato que ganhou muita liquidez e permite, portanto para o pecuarista, para o confinador travar o preço do boi e o custo de produção através do milho”, completou Wedekin.

Ainda no mesmo bloco, a pecuarista e diretora da Sociedade Rural Brasileira, Teka Vendramini, deu seu depoimento sobre o aniversário de 5 anos do programa. “A gente anda por um Brasilzão que quase não tem informação, então chegando uma boa informação, chegar com o Giro do Boi, um programa que mostra as boas práticas, é uma inspiração para este produtor”.

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Ao completar 35 anos de existência, o Programa de Melhoramento Genético, começa a ganhar as regiões de pecuária do Brasil. Dessa vez, a capital do Acre, Rio Branco, vai receber nesta semana (18 e 19/09) uma “bateria” de palestras e dinâmicas sobre a importância da genética de ponta para o aumento de produtividade das fazendas.

A maior expedição técnica privada sobre a pecuária de corte no Brasil, apontou ainda crescimento de 25% na produtividade dos amostrados, totalizando 310 propriedades visitadas de 10 estados e 128 municípios. As sete equipes que saíram a campo percorreram 50 mil quilômetros nesta edição do Rally.

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Fazenda Figueira, do município de Paranapanema, interior do estado de São Paulo, foi um dos destaques desta sexta-feira, no Giro do Boi, onde os originadores apresentam os bons modelos de produção e os valores da @ em cada unidade que participa do quadro Giro pelo Brasil.

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