Programa nutricional dobra desfrute e triplica produção de arrobas em fazenda de Goiás

28 agosto 2017
capa - 1,

Com a adoção de nutrição específica e semiconfinamento, taxa de lotação em fazenda goiana evolui de 1 para 4 UA/ha, desfrute sai dos 30% para alcançar os 50% e produtividade cresce de 4 para até 15 arrobas por hectare ao ano

Depois de um bom tempo nas estradas do Brasil, a equipe de reportagem do Giro do Boi trouxe novos episódios da tradicional série Rota do Boi. Nesta segunda-feira, 28, foi ao ar reportagem gravada em uma propriedade localizada em Israelândia, interior de Goiás. A Fazenda Combuco, gerida por Zeca Fazio,  foi o ponto de encontro para a descoberta dos segredos da alta produtividade no período seco do ano.

E o segredo vem da estratégia de nutrição. Quem contou foi o assistente técnico Luiz Carlos Castro, da Tortuga DSM. Ele deu detalhes do planejamento realizado na fazenda, que antes utilizava apenas suplementação mineral durante o período das águas e sal com ureia na época de seca.

A partir disto, o primeiro passo foi inserir alta tecnologia, iniciando um sistema de suplementação de proteinados para seca e proteico energético na época das águas. Além disso, os animais com mais de 14@ foram direcionados para um semiconfinamento, iniciando a terminação e evitando a perda de peso no período seco.

Taxa de lotação

Adotando as novas ferramentas nutricionais, a taxa de lotação que antes era de apenas  1 UA/ha (unidade animal por hectare) passou para 2 UA/ha com a inserção da suplementação proteinada. Já no sistema de semiconfinamento, a lotação quadruplicou e chegou às 4 UA/ha.

Taxa de desfrute

Antes da evolução do manejo nutricional, taxa de desfrute da fazenda era de apenas 30%. Com os animais consumindo a nutrição diferenciada e a adoção do semiconfinamento, o desfrute passou para 50%. Para o fim de 2017, o objetivo da fazenda é alcançar os 55%.

@/hectare/ano

A produtividade em arrobas por hectare ao ano na Fazenda Combuco também melhorou exponencialmente com as novas tecnologias. Com a utilização de proteico na época de seca, a produção da fazenda passou de 4 para 6@/hectare/ano. Já na época das águas, o resultado chega às de 8@/ha/ano com a disponibilização de um proteico energético. No semiconfinamento, os números quase dobram para 15@ por hectare. De acordo com Luiz Carlos, os resultados obtidos se devem ao modelo de produção adotado na Fazenda Cumbuco e às estratégias de nutrição. “Há uma expectativa de baixa nos preços dos grãos da nossa região. Já temos contas estimadas com uma arroba produzida de até R$ 72, mostrando a viabilidade dentro do formato de terminação. Por isso conseguimos ganhar nos animais de terminação de seis a oito meses de abate de antecipação em função do semiconfinamento”, calculou. Outro ponto positivo é com relação a evolução no peso de abate no período seco, veja o gráfico abaixo.

Confira a reportagem completa no link abaixo.

 

 

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A partir disto, o primeiro passo foi inserir alta tecnologia, iniciando um sistema de suplementação de proteinados para seca e proteico energético na época das águas. Além disso, os animais com mais de 14@ foram direcionados para um semiconfinamento, iniciando a terminação e evitando a perda de peso no período seco.

Taxa de lotação

Adotando as novas ferramentas nutricionais, a taxa de lotação que antes era de apenas  1 UA/ha (unidade animal por hectare) passou para 2 UA/ha com a inserção da suplementação proteinada. Já no sistema de semiconfinamento, a lotação quadruplicou e chegou às 4 UA/ha.

Taxa de desfrute

Antes da evolução do manejo nutricional, taxa de desfrute da fazenda era de apenas 30%. Com os animais consumindo a nutrição diferenciada e a adoção do semiconfinamento, o desfrute passou para 50%. Para o fim de 2017, o objetivo da fazenda é alcançar os 55%.

@/hectare/ano

A produtividade em arrobas por hectare ao ano na Fazenda Combuco também melhorou exponencialmente com as novas tecnologias. Com a utilização de proteico na época de seca, a produção da fazenda passou de 4 para 6@/hectare/ano. Já na época das águas, o resultado chega às de 8@/ha/ano com a disponibilização de um proteico energético. No semiconfinamento, os números quase dobram para 15@ por hectare. De acordo com Luiz Carlos, os resultados obtidos se devem ao modelo de produção adotado na Fazenda Cumbuco e às estratégias de nutrição. “Há uma expectativa de baixa nos preços dos grãos da nossa região. Já temos contas estimadas com uma arroba produzida de até R$ 72, mostrando a viabilidade dentro do formato de terminação. Por isso conseguimos ganhar nos animais de terminação de seis a oito meses de abate de antecipação em função do semiconfinamento”, calculou. Outro ponto positivo é com relação a evolução no peso de abate no período seco, veja o gráfico abaixo.

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