Transição entre ciclo de confinamento e animais de pasto faz cair qualidade dos abates no oeste do MT

13 dezembro 2017
farol-da-qualidade-oeste-mato-grosso-novembro-2017

A qualidade dos animais abatidos por unidades frigoríficas do oeste mato-grossense caiu em novembro na comparação com o mês de outubro. Os números foram apresentados hoje no Giro do Boi durante o quadro Palavra do Gerente.

Em relação ao acabamento das carcaças processadas por unidades de Pontes e Lacerda, Juína, Juara, Diamantino e Araputanga, a queda da faixa ideal (escores 3 e 4) foi de pouco mais de 5%, saindo de 58,61% em outubro para 53,54% em novembro. Os animais também ficaram mais erados, já que bovinos abatidos dentro da idade ideal (0 a 4 dentes) caiu de 79,68% para 74,83%.

Com as alterações, o Farol da Qualidade foi alterado: abates de animais no padrão desejável (farol verde) caíram de 36,10% para 29,66%, enquanto os de farol vermelho subiram de 7,91% para 9,28%. O padrão tolerável, ou farol amarelo, cresceu de 55,99% para 61,05%.

Já o peso médio das carcaças foi maior. Entre os machos, um crescimento de 20,56@ de média para 20,63@. Para as fêmeas, um aumento de 14,55@ em outubro para 14,73@ em novembro.

De acordo com Sonair Nogueira, gerente regional de originação para as unidades, os números são reflexo da transição entre o final da safra de confinamento e a entrada dos animais de pasto. “Mas acredito que a partir de janeiro e fevereiro os abates retomam a qualidade observada anteriormente”, apontou o gerente.

Veja os números completos pelo vídeo abaixo:

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Com as alterações, o Farol da Qualidade foi alterado: abates de animais no padrão desejável (farol verde) caíram de 36,10% para 29,66%, enquanto os de farol vermelho subiram de 7,91% para 9,28%. O padrão tolerável, ou farol amarelo, cresceu de 55,99% para 61,05%.

Já o peso médio das carcaças foi maior. Entre os machos, um crescimento de 20,56@ de média para 20,63@. Para as fêmeas, um aumento de 14,55@ em outubro para 14,73@ em novembro.

De acordo com Sonair Nogueira, gerente regional de originação para as unidades, os números são reflexo da transição entre o final da safra de confinamento e a entrada dos animais de pasto. “Mas acredito que a partir de janeiro e fevereiro os abates retomam a qualidade observada anteriormente”, apontou o gerente.

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